quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Não adianta lamentar o ônibus perdido, corre para não perder o próximo!

Em algumas, muitas oportunidades eu opto pelo uso do transporte público para me dirigir até a empresa onde eu trabalho. Caminho pela manhã por cerca de 15 minutos e antes que eu possa atingir o ponto no qual o ônibus que me serve passa eu devo atravessar duas pistas. Para tal feito eu utilizo a sinaleira que existe em frente ao restaurante Torre de Pizza, aqui em Lauro de Freitas-Ba e quem conhece essa sinaleira sabe que ela é uma segurança e também uma “penitência” para os pedestres. Essa sinaleira demora 5 minutos fechada para os pedestres e eu sei esse dado não porque ela informa isso, mas eu fiz questão de cronometrar porque eu queria medir a “eternidade”. O interessante é que quando ela abre só dá o tempo necessário para que a pessoa faça a atravessia e caso você não estava aguardando na sinaleira, terá que correr e ainda contar com a boa vontade e paciência dos motoristas em não arrancarem em velocidade assim que a sinaleira abre para os carros.  Imagine quando estou a mais de 50m de chegar a sinaleira e a mesma abre, chega vem a lágrima no canto do olho e quando vejo que lá do outro lado no ponto o ônibus passa vazio e você vê ele parar e seguir e nada pode ser feito para impedi-lo a não ser acompanhar com os olhos como ele se afasta rapidamente o que por muita vezes leva a um sentimento de chateação pelo ocorrido.


No dia a dia muitas vezes nos chateamos porque ainda não estamos no “ponto”, mas não o ponto de ônibus, mas os nossos desejos e/ou metas pessoais que por muitas vezes lamentamos porque outros estão desfrutando dessas conquistas hoje e nós não, quando nos esquecemos de que eles já atravessaram as duas pistas ou ainda tem aqueles que o seu caminho já é no mesmo lado da avenida que fica o ponto, então entender que ainda não estar no ponto nos descredencia a pegar o ônibus e não adianta ficar parado, tem que aguardar e não perder a próxima oportunidade de travessia. Deixar de colocar a culpa na sinaleira e saber que tem que se antecipar saindo mais cedo para que o possível tempo de espera não influencie no resultado. Prova disso é que tem pessoas esperando passar o carnaval para começar o ano enquanto para alguns 2018 começou em 2017 com novos planos e ações para mover o mundo na direção que lhe interessa e acho difícil quem vai esperar o carnaval passar estar no mesmo patamar dessas pessoas, provavelmente esses só poderão contemplar quem já atravessou as pistas pegando o ônibus.

Talvez você me diga que nem possui uma meta e daí as coisas ficam muito mais difíceis sem um propósito, sem um rumo, sem um motivo...

O autor Stephen R. Covey no livro “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” nos leva a reflexão de nos vermos em nosso próprio velório onde algumas pessoas iriam discursar sendo elas: um familiar, um patrão ou colega de trabalho, um amigo, o pastor, um vizinho e que pensássemos o que gostaríamos que cada um desses falasse sobre quem fomos e daí começarmos a pensar na nossa missão de vida e no que realmente devemos empregar a nossa energia e dedicação e você pode notar a necessidade do equilíbrio, pois não adianta somente ser família, ser profissional, ser espiritual, ser amigo, ...


Quando assumimos esse controle na busca do que realmente importa e não olhamos para as adversidades, paramos de reclamar e começamos a agir as coisas começarão a acontecer e os resultados consequentemente aparecerão. E não adiantar tentar pular etapas e as vezes ficamos parados para não passar as dificuldades do caminho, mas se você quer chegar do outro lado da rua, você precisa começar a se mover na direção certa.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

O que esperar das pessoas?

Vivemos em uma sociedade de relações cada vez mais complicadas, tão complicadas que já geraram os mais diversificados estudos para tentar explicar o quão difícil o relacionamento interpessoal tem se tornado. Além de que hoje as ofertas de cursos de inteligência emocional estão crescendo cada vez mais, e existem muitos cursos sérios, mas o que será que aconteceu com a nossa sociedade que antes não precisava desse tipo de artifício? Ou pelo menos era mais controlado.

Às vezes tenho meus pensamentos tomados por assalto por esse tipo de assunto. Por que será que as pessoas estão cada vez mais sensíveis? Onde não podem ser repreendidas e nem cobradas de forma mais áspera, ou ainda possuem sempre quem e/ou o quê apontar como o real motivo para algo não ter dado certo.

Será que esse é o resultado de uma geração de filhos únicos? Ou geração dos nascidos de parto cesariana? Ou geração das redes sociais? Quem terá essa resposta?

Vejo que as redes sociais e aplicativos que aproximaram as pessoas ao mesmo tempo enfraqueceram os relacionamentos e você pode me perguntar: como? As pessoas realmente esquecem que as fotos das redes sociais não querem dizer muito, pois as crises e momentos difíceis não estão nas fotos, mas sim entre os “clicks”. E esses momentos é que provam os relacionamentos e fortalecem, mas muitas pessoas têm acreditado que vida difícil é apenas a sua, que somente eles tem problemas, seja no trabalho, no casamento, na igreja, gerando em si mesmos uma expectativa de que tudo seria bom se não existissem as “tensões” que são normais nos seus relacionamentos. De um tipo de observação dessas é que deve ter nascido a expressão de que a grama do vizinho é sempre mais verde. E aí muitos acreditam que fácil é fugir dos relacionamentos onde existem  questões a serem resolvidas, sendo que não existirá no mundo real relacionamentos que não tenham questões a serem resolvidas.

Talvez outro motivo seja que pessoas tem colocado muita expectativa no “outro” tornando-se pessoas fáceis de serem magoadas, pessoas paralisadas na vida aguardando que os outros sirvam aos seus caprichos, sem ressalvas, reclamações ou repreensões. O interessante é que percebo essas pessoas andando na contramão. Quando assumimos o controle e a responsabilidade agindo como um “motorista-defensivo” percebo que o sucesso nessas questões será mais tangível. Veja abaixo a definição de direção defensiva:

Dirigir ou pilotar defensivamente é o modo de dirigir ou pilotar para evitar acidentes,
apesar das ações incorretas dos outros e das condições adversas.

Você pode repetir em voz alta o último trecho: “apesar das ações incorretas dos outros e das condições adversas.”

Olha como isso é intrigante, no dia que decidimos e somos autorizados a dirigir devemos nos preocupar em dirigir defensivamente e por definição é não envolver-se em acidentes independente se a ação de risco foi minha ou não, ou seja, a reflexão no caso de um acidente não deveria ser quem é o culpado, mas sim o que eu poderia ter feito para evitar ou até mesmo o que poderia ter feito para não estar envolvido nessa situação. Como isso facilita a relação assumindo o meu papel e olhando de forma racional para o que envolve o ocorrido e de preferência que essa reflexão me livre do envolvimento em um acidente.

Quando se trata de relacionamento a bíblia também nos leva na direção do próximo, mas olhando para nós mesmos e a nossa intenção quando diz:

E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus22.39)

A bíblia não nos orienta a dispensar o nosso amor ao próximo pelo que ele pode oferecer, mas fazer isso diante do que desejamos para nós e isso basta, mas o que acontece é o contrário, nos chateamos porque gostaríamos que o nosso semelhante agisse como nós agiríamos e nem sempre isso é possível, pois além de sermos seres humanos distintos, tivemos bases distintas. Você pode ser filho de uma família feliz e estruturada com a condição financeira estável, enquanto o seu próximo viu a mãe ser assassinada, ou a separação de seus pais, veio de família muito pobre, foi criado longe da família. Na verdade o que quero exemplificar que as impressões que trazemos em nós vai dizer como nós enxergamos o mundo e quando temos consciência disso posso caminhar mais atento a entender o “novo”. Quando sou advertido tenho que entender que posso até não ser o causador da culpa, mas preciso entender como eu fui parar no meio dessa situação já que a bíblia nos diz:

Examinai tudo. Retende o bem.
Abstende-vos de toda a aparência do mal.
(1 Tessalonicenses 5:21,22)

Se a ideia é para livrar da aparência do mal, basta parecer mal e será o suficiente para eu não estar ali, estando eu atento a isso, minhas chances de sucesso serão enormes.

Outro dia conversava com um dos meus mentores, o pastor Robson Fagundes, sobre como as empresas estão muito mais na busca de pessoas emocionalmente capacitadas para relacionar-se no trabalho do que as que dominam a técnica e é a grande verdade, pois os seres humanos estão cada vez mais complicando essas relações até chegarmos no “assédio moral”, que longe de mim dizer que não existe de fato, mas que abriu um leque enorme para defesa de indivíduos procurando onde esconder sus falhas e que digam isso os professores o que têm sofrido com seus alunos e pais, não profetizo, mas não vai demorar para repreensão de professor virar assédio moral.


Você deve estar meio confuso e confesso que eu também estou pois cada parágrafo aqui dá abertura para grande discussão e entrar por outros temas, mas eu gostaria de finalizar dizendo que devemos mudar o título dessa reflexão para: “O que as pessoas podem esperar de mim?” Percebeu que agora você está no controle e seria uma boa atividade se você pudesse agora descrever isso num papel o que realmente o mundo pode esperar de você. Eu vou começar a escrever o meu agora...

Não esquecendo que nem tudo são alegrias, mas que nenhuma questão te prive de viver a vida em plenitude e relacionando-se em Paz no trabalho, em casa, na igreja e por onde andares.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Fim do mundo! Que 2018 você vê?

Essa é uma pergunta um tanto complicada de se responder, principalmente diante do cenário político que vivemos aqui no Brasil e sem falar em outros lugares que vivem em guerra, entre tantas outras circunstâncias que tornam o futuro uma grande interrogação para muitas nações do nosso planeta. Manter o foco no futuro e nas coisas que estão por vir nem sempre é muito fácil, já relembrar o passado é mais comum e corriqueiro na vida das pessoas e isso gera as mais adversas reações: Para alguns é um verdadeiro estímulo a melhorar o que estava ruim, para outros serve como um paralisante que leva  a pessoa a se penalizar por um declínio momentâneo ou ainda faz seu histórico impedi-lo de prosseguir por achar que o insucesso de outrora é a sua marca de vida, e que não existe nada nem ninguém que possa mudar essa realidade, ou ainda lamenta que dias iguais ou melhores do que os que já viveu não serão mais possíveis.

“Nunca digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes?
Porque não provém da sabedoria esta pergunta. (Eclesiastes 7:10)

Olhamos para o mundo como era e por muitas vezes acreditamos que tudo seria melhor se tivesse continuado do mesmo jeito, que conseguiríamos criar nossos filhos mais facilmente se fosse à mesma realidade da nossa infância, sem tantas tecnologias que aprisionam e ensinam práticas que por muitas vezes os pais muito ocupados em suas próprias redes sócias ou outras atividades não podem acompanhar. Ou ainda como lidar com uma geração de “filhos únicos” que cada vez é mais comum sendo uma criação que exige mais dos pais que precisam dosar atenção e ainda ensinar coisas que só um irmão ensina como o simples ato de dividir, sem falar quando inconscientemente o pai deixa que o filho o trate como se fosse seu irmão, sem o devido respeito.

Olhar para o passado pode nos remeter também ao desejo de ter mais tempo, já que o nosso tempo em vida aqui se esvai a cada segundo que passa e alguns perdem esse tempo sempre pensando no que fizeram ou no que poderiam ter feito e continuam parados.

Eu olho a evolução que é inevitável em todos os aspectos, seja na tecnologia, nas relações humanas (familiares, trabalhistas, amizades, religiosa,...), percebo então que estamos em uma "esteira rolante" e daí você já viu, se parar ou diminuir o ritmo vai cair, ou seja, é necessário manter o ritmo dessa esteira e a grande questão é que não somos nós que ajustamos essa velocidade e por isso temos que parar de olhar para as questões externas e que nós não controlamos e focarmos naquilo que controlamos nos preparando para que manter o ritmo nessa esteira seja tranquilo e usando os resultados anteriores não para prever o futuro, mas apenas para mirar sempre mais longe e não repetir o que foi ruim, melhorando o que deu certo, e guardando os princípios, pois métodos podem mudar, mas princípios não. Eu creio em Deus como autor de todas as coisas e seus princípios são imutáveis, tanto que na Bíblia você encontra todas as lições necessárias para uma vida plena que são aplicadas de forma atemporal e pode ter certeza que somente princípios resistem ao tempo.

“No dia da prosperidade goza do bem, mas no dia da adversidade considera;
porque também Deus fez a este em oposição àquele,
para que o homem nada descubra do que há de vir depois dele.
Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça,
e há ímpio que prolonga os seus dias na sua maldade.(Eclesiastes 7:14,15)

Que venha 2018 e que onde pecamos por não fazer anteriormente, nós agora acertemos, e naquilo que fomos bem, que sejamos melhores ainda. Que em 2018 nós pratiquemos o que dizemos saber, porque o saber se concretiza na ação. Se desejarmos vida longa, que desenvolver hábitos saudáveis seja uma máxima em nossa vida, se desejarmos sucesso profissional que façamos investimentos no conhecimento, se desejarmos sucesso nos relacionamentos que busquemos não nos esconder deles e assumir a nossa participação de forma integral.

Que em 2018 não sejamos vitimas e tomemos as atitudes necessárias para seguir uma boa jornada. No livro “Os segredos da mente milionária” de T. Harv Eker ele cita a vitimização pessoal como grande entrave para o desenvolvimento pessoal e ele até nos orienta a praticar dois exercícios para mudar isso que são:

1-      Toda vez que você se vir culpando alguém, se justificando ou se queixando, tenha um gesto que te lembra de que você não deve fazer isso e sim resolver a situação, pode ser uma borracha de dinheiro no braço que você puxa nesse momento, passar o dedo abaixo do pescoço lembrando que essa atitude degola o seu sucesso;

2-      Ao fim do dia procure analisar as situações que viveu e que você fez para estar nelas, qual a sua parcela de responsabilidade e como você resolveu a situação observando como evita-la daqui para frente.

Chego a conclusão desse ano feliz, pois tenho 82% da minhas metas para 2017 cumpridas e estou contente porque as metas foram audaciosas e a maioria atingi os 100%, então num total geral 82% está bom. Para 2018 os desafios são ainda maiores, mas a lista na porta da geladeira está lá para me lembrar de todos os dias e com certeza não são meus planos “cair dessa esteira”.



Desejo a todos um 2018 de muitas realizações e que Deus nos abençoe!

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Mudanças esperadas para 2018!

Os dias passaram voando e lá se vai 2017 e se aproxima cada vez mais rápido 2018. Faltando 30 dias para o novo ano, começamos a pensar no que fizemos e alguns se frustram ao ver que não fizeram nada de relevante, outros já começam a por em prática o planejamento do ano que se aproxima e ainda existem os que nem querem pensar nisso.

2018 aproxima-se trazendo mais uma vez, como toda virada de ano, muitas expectativas, sendo essas as mais diversas: alguns torcem por uma reviravolta na economia, outros desejam apenas gasolina mais barata, ainda tem os ansiosos pelas eleições presidenciais e o milagre de uma revolução no jeito de fazer política dos nossos parlamentares. Têm aqueles que apenas querem manter o estilo de vida que possuem hoje, outros querem conquistar a casa própria e/ou o primeiro carro. Muitas são as expectativas para o novo ano.

No meio de tanta gente aguardando mudanças externas no cenário que vivem, eu me pergunto se as pessoas tem observado no que elas mesmas terão que mudar para tornar o ano de 2018 melhor. O que terão que fazer de diferente para que a vida comece a dar certo ou mantê-la em um rumo de crescimento. Cada dia é mais fácil achar um culpado para a paralisia que acomete a muitos, colocando a culpa no governo, na infância difícil, nos relacionamentos mal sucedidos, nas conquistas não alcançadas e o engraçado é que o culpado nunca é o individuo.

Enquanto não atentarmos para o que está a nossa volta com a devida atenção, mas tomando a responsabilidade e assumindo as rédeas da situação, não apenas sabendo o que devo fazer, mas praticando.

Essa semana eu perguntei a algumas pessoas se elas gostariam de ter uma velhice saudável e cheia de energia  e todos concordaram que sim. Logo então perguntei o que era necessário para isso e todos tinham a resposta na ponta da língua:

                                - Uma alimentação saudável;
                                - Praticar exercícios;
                                - Dormir bem;
                                - Ter momentos de lazer;
                                - Etc...

Quando perguntei se algum deles praticava alguma dessas coisas, todos foram verdadeiros em dizer que não e isso nos traz a dura que realidade que desejar está longe de você decidir por empregar a energia necessária para atingir aquele objetivo. E o mundo está assim, cheio de pessoas que desejam muitas coisas, mas caminham no sentido contrário daquilo que dizem desejar e o pior é que sabem disso.
Quem disse que mudar é fácil? Quem disse que mudar é bom? Mas a verdade é que o sucesso tem um preço e tem que ser pago a vista, ou seja, você faz o esforço hoje e colhe depois. Já o fracasso é pago em prestações a perder de vista, ou seja, você usufrui de pequenos luxos ou desejos e depois paga o preço algumas vezes pelo resto da vida.

Antes de desejar a mudança do cenário externo, seja a mudança que você espera. Antes de esperar que não aconteçam mais demissões na sua empresa, seja um funcionário indispensável. Antes de desejar que a economia melhore, saiba como lidar com o seu dinheiro. Antes de reclamar da sua família, seja um marido Comece a aproveitar o que você tem e parar de desejar o que os outros têm.


Minha expectativa para a chegada de 2018 é que minhas atitudes continuem me encaminhando para os meus objetivos.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Investimento de retorno garantido. INVISTA JÁ!

      Falou em investimento, as cifras vem logo a nossa mente sem contar que estamos em dias onde a educação financeira começa a ter um pequeno aquecimento no Brasil, mas ainda é uma fagulha diante do que precisa ser alcançado. Muita gente aprendendo como fazer investimentos e deixar a velha caderneta de poupança no passado. Porém, hoje eu quero mesmo é te revelar um investimento com retorno garantido e que ainda precisa alcançar um número significativos de brasileiros que sem saber tem permitido “desvalorizar” o seu maior patrimônio: “o conhecimento”.



      Com certeza você já ouviu a frase que diz: “-conhecimento é algo que ninguém tira de você”, mas pode ser que você nunca deu a devida atenção para ela e tem deixado de investir tempo e energia na aquisição de novos conhecimentos, o que nos dias de hoje faz com que você se “desvalorize” muito rápido já que a velocidade com que as informações estão se atualizando é tão rápida que a cada hora você está ficando em desvantagem.

      Hoje a facilidade de acesso à informação é tão grande que isso que estou falando deveria ser um absurdo, mas infelizmente acontece muito. Estive no dia 27/09/2017 em um evento gratuito chamado: #somosmaisque1, realizado em algumas cidades do país, e eu compareci no evento aqui em Salvador-Ba e por incrível que pareça eu não vi um auditório lotado apesar da lista de reservas  estar. E no cenário que nós estamos com um mercado de trabalho em mudanças, eu acredito que esse é um assunto que interessa a todos, mas as nossas prioridades nos colocam nos lugares que comparecemos e fui realmente presenteado com palestrantes e assuntos atuais sobre as mudanças do mercado e como deve ser o nosso comportamento. Investi no meu “patrimônio”. Informações sobre esse evento, quando e onde irá ocorrer é só ir no site www.somosmaisque1.com.br

      Baixei no meu celular um aplicativo chamado SYMPLA que tem vários eventos sendo realizados em todo país, incluindo muita coisa gratuita e de altíssima qualidade, exemplo: estive no 20º Workshop gratuito com Marcus Ribeiro (Master Coach) ensinando prospecção de clientes na prática, evento de altíssima qualidade. Investi no meu “patrimônio”.

   

   Livros são um conteúdo de alto valor e te dá oportunidade de ter mentores que fisicamente seria impossível pela demanda desses mestres e o custo financeiro que isso significaria. Minha meta esse ano é ler 12 livros e hoje, 02/10/2017, eu terminei o 12º livro, o que vier será lucro, mas já posso adiantar que tem uns 7 que comprei semana passada e vou correr atrás de ser um ano extraordinário para mim na questão da leitura. Investi no meu “patrimônio”.


Aproveito para indicar a leitura do meu e-book:
10 PASSOS PARA O EQUILÍBRIO FINANCEIRO, que você pode baixar gratuitamente em www.sergiomeneses.com.br

      Não deixe a vida simplesmente passar, tenha um propósito para que investir em você faça sentido e que você possa ser resposta para o mundo com o que você será capaz de construir, tendo a certeza de que quanto mais você investe em você, menor serão os limites diante dos seus anseios. Escolha hoje fugir de uma vida de limitações e alargue seus horizontes.


Não saia para a guerra do dia a dia sem o investimento necessário. INVISTA JÁ!

Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida.

Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável.
O homem sábio é poderoso, e quem tem conhecimento aumenta a sua força;
quem sai à guerra precisa de orientação, e com muitos conselheiros se obtém a vitória.”(Provérbios 24:3-6)

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Dando o que meu filho precisa

Em dias que as preocupações da vida e o corre-corre nos arrebatam, muitos estão investindo suas energias e tempo na aquisição de bens e dinheiro, busca sempre bem pautada na busca por um futuro tranquilo e uma vida melhor para os filhos lhes ofertando tudo aquilo que não tivemos em nossa infância acreditando que isso vai tornar a vida deles melhor e repleta de felicidade.

Acredito que dificilmente paramos para pensar que as situações que tivemos que viver provavelmente nos creditaram chegar ao ponto que nos encontramos hoje. As dificuldades que a vida nos trouxeram em outros momentos nos forçaram a desenvolver habilidades necessárias para enfrentar o mundo dos adultos cheio de responsabilidades e contas para pagar. 


O interessante é que crescemos e as vezes achamos que as melhores “coisas” que podemos comprar para nossos meninos é o que os fará felizes, porém eles mesmos nos dizem o contrário. Meu filho Matheus logo cedo mostrou uma paixão por bateria e assistia todos os vídeos possíveis de garotos tocando bateria no youtube (ele só tinha 2 anos) e usava o sofá, cadeiras, o que achasse para tocar bateria usando talheres como baquetas e eu comovido comprei uma bateria para ele, a qual ele ficou hiper feliz quando viu o instrumento que só durou uns cinco dias, pois o menino bate forte e você acha que ele ficou triste, depressivo, sem fome por causa disso? Que nada, ele voltou a tocar no sofá e a alegria continuou contagiando a casa.

Longe de mim, dizer que é errado fazer mimos aos filhos, mas começo a refletir que mais importante que isso é a presença, orientação, carinho, tempo e energia dedicados aos mesmos, para que quando chegar o momento certo o nosso legado na vida deles seja tão evidente que eles não possam esconder.

A nossa geração por muitas vezes tem corrido tanto por uma vida mais tranquila que nem dá tempo para desfrutar o mínimo e um exemplo disso é que cada vez existem crianças com brinquedos sofisticados e cada vez menos a presença dos pais para desfrutar do crescimento dos filhos. Essa semana eu e Matheus fizemos a primeira tentativa dele andar de bicicleta sem as rodinhas as vésperas dele completar 3 anos apenas e vou dizer que é muita diversão e nossos jogos de futebol  1 contra 1 na quadra do condomínio é um verdadeiro clássico do futebol mundial.


Matheus que faz natação desde os 3 meses de idade, faz uns 4 meses que começou a nadar sozinho na aula e logo que chegou em casa me falou: “-Papai, estou nadando sozinho, você vai comigo?” Como eu poderia negar um pedido desses? Arranjei um tempinho e fui em uma das aulas seguintes.



Tenho aproveitado da melhor maneira o meu tempo com ele, contando histórias, jogando bola, montando quebra-cabeças, curtindo uma praia, umas idas no shopping e não esquecendo de já passar um pouco de conhecimento mostrando a ele quando algo é caro e mesmo que ele queira papai não vai comprar, que precisa cumprir com as tarefinhas da escola e sempre que se sai bem no que pedimos uma casquinha de R$3,00 no shopping faz a nossa festa.


Encerro essa reflexão afirmando que devemos investir naquilo que tem valor e nem sempre é dinheiro, faça a escolha certa. Nenhuma carreira, nenhum status, nenhuma riqueza vale arruinar sua família.



"Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?" (Marcos 8.36)

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Minhas decisões ou decisões da minha família?



Já pensou sobre isso e porque talvez alguns projetos ficaram pela metade porque não foram conversados no início. Nem sempre a família aceita, mas cabe a nós saber convencer e também entender quando um plano não é bom.


Em primeiro lugar estou muito feliz em ver que muitas pessoas se interessaram pelo tema, ou seja, a família ainda está em alta, pelo menos na íntima preocupação de muita gente comum, como eu e você que investe um pouco de seu tempo para ler sobre o assunto.

Nos dias em que todos dizem que casamento é bom quando cada um pode viver sua própria vida e de preferência cada um em sua própria casa é realmente uma piada. Isso nunca vai ser um casamento, sendo que a união do casal já configura uma família e a vinda dos filhos é o complemento. Muitas vezes esse tem sido o escape de decisões que precisam ser tomadas em conjunto e afetam parte do meu desejo pelo bem do outro. E com certeza dificuldades virão se não entendemos que a comunicação e entendimento de cada passo que tomamos em família devem ser “on-line”.

Se receber uma proposta de emprego para outro estado ou país, devo já pensar qual o melhor meio de adaptar minha família dentro dessa proposta, por exemplo: Se é para outro país devo prepara-los quanto à língua falada o que vai ser ponto crucial na adaptação, começar a falar do local com a família mostrando os pontos positivos e fazendo-os sonhar juntos e não fazer dessa mudança algo radical: “vamos amanhã, e não temos escolha”. Existem exceções, mas mesmo para essas onde não se tem muito tempo claro que se tem um bom jeito de convencer. Quando essa preparação não acontece, a família vai provavelmente passar por um “desconforto” necessário para retornarem ao eixo e aí não adianta culpar a família pelo insucesso que começou na concepção do projeto, pois quando temos família deixa de ser “meu projeto” para se tornar “nosso projeto”.

Em minha vida pessoal, quando conheci minha esposa ela tinha acabado de fazer o curso de comissária de bordo e me avisou que desejava seguir a carreira. Eu sempre apoiei o sonho dela e depois dessa conversa namoramos e casamos e ela percebeu que não queria pra ela uma vida longe do esposo e depois do filho e que ela seria muito mais feliz aproveitando a família. Existem pessoas que conciliam a profissão, mas hoje se perguntarem a minha esposa ela vai dizer que dinheiro nenhum pagaria ela estar nas festas de família, acompanhar todo o crescimento do nosso filho, Matheus, agora com 2 anos e 10 meses de nascido.

Quando formamos família os nossos projetos devem nos unir e não nos separar, devem trazer paz e não guerra. Para isso temos que fazer tudo visando fazer nossa família feliz e vice-versa.
Postei um vídeo no youtube já faz um tempo sobre o assunto: https://youtu.be/oVrGScLuyIs vocês vão se divertir muito com esse vídeo. Vejam lá o que o Matheus aprontou.


Que Deus nos abençoe!

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