segunda-feira, 17 de abril de 2017

“Eu sei, mas quem sabe que eu sei?”


Uma carência que vejo ao meu redor é muitos profissionais que mesmo sendo bons no que fazem perdem muitas oportunidades de se promover, seja por uma timidez exagerada e outras vezes por insegurança naquilo que faz mesmo executando bem muitas vezes.



Antes de continuar eu gostaria de contar uma experiência pessoal da minha adolescência que me faz notar que eu sempre tive essa percepção, mas quem não possui deve estar atento para desenvolver.

Por volta de meus 12 anos, fui com meu pai a uma oficina mecânica, pois o carro do meu pai apresentava um vazamento no motor. Chegando à oficina o mecânico pediu para que levássemos o carro para lavar o motor em um parceiro deles ali próximo para facilitar a detecção do problema e assim fizemos. Ao terminar a lavagem do motor o carro simplesmente não pegava e a turma do lava-jato empurrava o carro pra pegar no tombo, tentavam de tudo e sem sucesso, sendo que meu pai apenas observava. Quando eles desistiram, meu pai me chamou e disse para eu observar qual era o problema. Ele tirou o rolo de papel higiênico que tinha no porta-luvas, abriu o distribuidor e me explicou que ali era onde direcionava a alta tensão para disparo das velas e que a umidade que entrou desviava a energia que não era suficiente para queima. Meu pai limpou cuidadosamente o distribuidor e remontou. Entramos no carro e o mesmo funcionou sem problemas seguindo o nosso dia.

Meses depois eu fui à casa de um tio e estava com o carro sem pegar e desesperado porque precisava ir a um compromisso. Eu o indaguei o que estava acontecendo e ele me explicou que lavando o carro ele inventou de lavar o motor e o carro não pegava mais. Eu abri o capô e pedi que ele batesse na chave e assim que ele acionou eu fiz sinal para que parasse e disse: “Calma tio, eu já sei do que se trata”. Pedi o papel higiênico e explanei para ele todo funcionamento do distribuidor assim como meu pai fizera comigo, porém nunca contei a ele o ocorrido anterior, e quando ele viu que o carro funcionava o seu olhar não via mais o sobrinho adolescente, mas um mecânico de fórmula 1. Daquele dia em diante ele sempre acreditou que eu seria capaz de resolver qualquer coisa.

Segui na vida me desenvolvendo e fazendo valer essa minha facilidade em mostrar o meu trabalho e muitas vezes o fazer de algo simples um evento, não enganando as pessoas, mas as mostrando o potencial que está em mim por conhecimento adquirido por experiências práticas ou teoria.

Certa vez me chamaram para solucionar um problema em uma máquina, mas chegando lá estava um dos técnicos da área e questionei: “Você sabe como resolver isso, por que não o fez?”. O mesmo me respondeu que apesar de estar ali acompanhando ninguém solicitou que ele resolve-se. Nessas horas não me incomoda a omissão, mas o fato de que era a grande chance dele mostrar o que ele é capaz de fazer e não o fez e o efeito disso é que sempre vão me procurar porque não sabem que ele sabe.




"Não basta ser campeão, precisa ter postura."

Olha Matheus antes de entrar na piscina para competir, já com o olhar e postura de quem veio para vencer.




Isso acontece todos os dias, às vezes movidos por pensamentos pequenos do tipo “não sou pago para isso” quando deveriam pensar “preciso que saibam que faço isso pelo que eles pagam mais”.

Outra dificuldade está em ter plena consciência do que faz. Quantas vezes a pessoa quando levanta uma solução ou explica um ocorrido, logo que indagada se tem certeza, acaba recuando diante do confrontamento.

Cada vez as corporações precisam de pessoas que dominem os princípios das matérias que desempenham e que saibam aparecer, porque quem aparece está querendo jogo, está querendo assumir responsabilidades e estamos numa geração que foge muito disso, resguardados em várias desculpas, mas de uma coisa eu tenho a certeza: “Se você quer alcançar o horizonte, vai ter que nadar intensamente para chegar com tempo para o descanso ou vai passar a vida nadando”.

Lembrando que o marketing pessoal não é falar demais e nem querer ser alguém que não é, mas estar atento aos pontos de convergência, pontuando atitudes e conhecimentos que te diferenciam, ou isso, ou se conformar em ser apenas mais um na multidão.

Espero ter aberto um bom ponto para reflexão e discussão. Deixem aqui sua opinião e se acha que vale a pena outros saberem disso, compartilhe.

Texto postado originalmente por mim no Linkedin.


quinta-feira, 2 de março de 2017

Não deixe que te digam o que fazer!

A cada dia as pessoas pensam menos no que realmente tem valor para elas mesmas e seguem o que a moda, os pais, parentes, a sociedade, a mídia ou as conquistas do próximo.

O nosso modo de vida, onde desejamos chegar, como criamos nossos filhos, o nosso sucesso não deve ser um parâmetro mensurado pelos outros, mas nós devemos racionalmente perceber o que nos satisfaz nos mantendo felizes e satisfeitos na caminhada.

Se observarmos em nós mesmos, quantas vezes vislumbramos para outros futuros que eles não desejam e achamos que eles não terão uma vida melhor porque não possuem um comportamento que segue nosso pensamento.

Eu por exemplo, logo que entrei na empresa onde atuo hoje, isso já faz 11 anos, percebi em um jovem operador que ele tinha uma habilidade acima da média para operar as máquinas e sempre nos ajudou muito nas manutenções. Eu sempre via que ele poderia ser um excelente técnico e subiria muito rápido na empresa, ter uma vida financeira melhor, assumir novas funções e responsabilidades e sempre conversei isso com ele, porém ele nunca esteve afim e um dia parei de falar, pois percebi que isso era o meu desejo e ele era feliz com a realidade dele e não queria mudar. Ele estava feliz com o que tinha e não tinha ambições além de operar as máquinas, cumprir seu turno e ir aproveitar a vida, coisa que o pessoal que trabalha com manutenção faz pouco. Ele sabia que estava satisfeito e não queria ir além somente por causa dos meus conselhos e acredito que ele fez muito bem.

Às vezes desejamos viver a realidade dos outros quando as condições são diferentes, as realidades são diferentes e caminhamos perseguindo realidades que muitas vezes custam uma vida inteira para conseguir.

“Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6:21) .

Você deve determinar o limite do seu sucesso, de como aproveita melhor a vida. Se você diverte-se andando de fusca não precisa de uma BMW para ser mais feliz e isso está muito ligado ao que as “coisas” significam para você. Você vê um carro como meio de locomoção, como uma parte da sua “vestimenta” ou fonte de satisfação? A depender de como você se sente a cerca dos bens materiais seu estado de insucesso pode ser permanente, pois nem tudo vai estar acessível ou ainda você terá que investir muito tempo e abrir mão de muita coisa para alcançar.   

“Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas;
e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro” (Provérbios 22:1) .

Por algumas vezes o fardo de seguir a profissão que os pais tanto sonharam, quando uma livre conversa sobre o que se passa com você pode libertar dessa “obrigação”, lembrando sempre que conselho de pai e mãe no mínimo deve ser motivo de muita reflexão.

Nunca ache que não conseguiu porque não atingiu um objetivo no mesmo tempo e excelência de outro, até porque os caminhos sempre serão diferentes, por isso a determinação do ponto ideal de chegada não está relacionado ao que está fora, mas ao que está dentro de você. Quando a sua meta de vida for importante para que o público veja e não para satisfação própria provavelmente se atingir verá que foi uma busca vazia.

Não se guie pelo que falam que será melhor, ou na busca de ser igual à outra pessoa, tenha suas próprias histórias e um dia vai perceber que o sucesso anda diante de você todos os dias.
Depois não adianta reclamar que não teve tempo para dedicar a quem ama ou ainda que não sabe fazer com o que conquistou e as vezes vive num esforço extremo para manter porque regredir faria os outros pensarem e até falarem mal.


“Não te fatigues para enriqueceres; e não apliques nisso a tua sabedoria.
Porventura fixarás os teus olhos naquilo que não é nada? porque certamente criará asas e voará ao céu como a águia” (
Provérbios 23:4,5).

As vezes tudo que queremos é fazer uma arte na areia da praia... Esse eu que fiz e você já fez o seu?

Faz um e publica com #desafioartenaareia e vamos fazer circular!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Saindo hoje da inércia!!!

Talvez seja essa uma das metáforas mais utilizadas nos dias atuais, mas o que será de fato sair da inércia? A verdade é que a bola não sai do lugar enquanto não for empregada a força do chute.

A inércia é um princípio da física, também conhecido como a Primeira Lei de Newton. É a capacidade de resistir à mudança de movimento.

A lei da inércia diz que se um corpo está se movendo em uma direção, a tendência é manter-se naquela trajetória, com a mesma velocidade. Se o mesmo encontra-se parado, a menos que seja submetido a alguma força, permanece parado.

É bem essa a ideia mesmo. A necessidade de ação na vida do homem exige a aplicação de uma força para iniciar o movimento ou mudar a direção. Quando esse movimento é “ladeira a baixo” maravilha, porém se for “ladeira acima” complica.

Às vezes tantas coisas ficam pelo caminho em nossas vidas por falta dessa força para dar o primeiro passo e quantas nós até conseguimos sair da inércia, mas não conseguimos prosseguir na mesma pegada? Será que nos falta um plano muitas vezes, ou apenas a disciplina? Será que a nossa máquina (corpo) está sendo bem cuidada para seguir nessa jornada?

Corpo e mente bem conectados, livres das ansiedades que nos rodeiam nos momentos que paramos para realizar algo, pois a dificuldade em manter o foco em um assunto ou atividade é um problema hoje, pois o celular vibra e logo a ansiedade por saber que rede social envia uma mensagem consegue vencer qualquer urgência, o que  que dizer que desabilitar os avisos das redes sociais pode ser uma das soluções.

Cada vez é clara a necessidade de cuidar de uma boa alimentação, beber água, dormir bem, meditar, ler conteúdos de valor, focar em uma tarefa de cada vez, conversar com alguém sem olhar para o celular durante aquele momento, construir metas e ter um plano para atingi-las, não deixar para depois aquilo que você pode fazer naquele momento e finalizar o assunto, e falando nisso pequei nesse ponto semana passada, quando recebi a anuidade do CREA-BA no início de janeiro e não podia pagar via eletrônica apenas nas lotérica e agências da caixa tendo um desconto de quase 20%, como gosto de pagar apenas próximo do vencimento eu programo no banco mas como essa eu teria que ir na lotérica me programei para ir somente no dia 31/01 mesmo tendo dinheiro para efetuar o pagamento e acabou que nesse dia minha rotina de trabalho foi pesada e não pude sair nem na hora do almoço e acabei perdendo o desconto. Menos mal que eles me deram até 28/02 para pagar com 10% de desconto e irei hoje para não cair na mesma cilada. Esse seria o mais simples dos exemplos, mas temos que ter o cuidado para esse tipo de adiamento não afetar áreas de nossas vidas onde o prejuízo não é simplesmente financeiro, apesar de parecer que apenas o prejuízo financeiro nos afeta de forma dura.

O interessante é que as direções mais importantes que temos que seguir em nossas vidas parecem estar sempre “ladeira acima”, ou ainda nadando contra a correnteza. Fica a reflexão que se você parar contra a correnteza ela te leva para o sentido contrário. Então que a acomodação não nos leve ao fracasso, mas que seja uma palavra que só conhecemos no dicionário e que passe bem longe de nossas vidas.

Como diria o Superman: “Para o alto e avante!”


O que lavra a sua terra se fartará de pão; mas o que segue os ociosos
é falto de juízo” (Provérbios 12:11).














quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ALERTA! Arma de destruição em massa.

Acredite você ou não, convivemos dias de rumores de guerra e por muitas vezes amedrontados por teorias da conspiração, cenários que mostram o quanto somos frágeis diante das decisões boas ou ruins que os nossos governantes tomam, porém bem perto de nós está uma arma de destruição em massa que muitos não hesitam em usar, isso mesmo que você imaginou: a língua.

A morte e a vida estão no poder da língua;
o que bem a utiliza come do seu fruto”. (Provérbios 18.21)
.
 Desde os primórdios a língua tem sido usada para o bem e para o mal, causando muitas vezes dor, sofrimento, separações, perda de posições, perda da moral, devastando famílias, corporações e até igrejas. A força da língua é tão devastadora que mesmo que depois seja comprovado que não era bem aquilo o efeito sempre deixará cicatrizes. Pessoas muitas vezes, pelos mais variados motivos, permitem que sua língua seja usada para mentira, ofensa, fofoca, difamação, amaldiçoar e por aí vai.

Como sempre ocupei cargos de liderança por onde passei, procurei usar o poder da língua de forma positiva e conhecendo as possibilidades que a má utilização traz sempre aboli de minhas equipes fofocas e qualquer tipo de disse me disse. Um conselho como gestor e isso também serve para vida pessoal, quando alguém levantar uma acusação contra outro, coloque-os frente a frente que com certeza esse tipo de atitude vai ser afastada de você, pois as pessoas que insistem nessa prática geralmente fogem do confronto e o evitarão se sabem que você resolve este tipo de conflito dessa forma.Nada melhor do que observar nas Escrituras o que Deus pensa a cerca disso:

“Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,
Coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal,
Testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”.
(Provérbios 6.16-19)

Uma das citações que sempre ouvi é que pedra lançada não volta atrás e assim é com a palavra lançada, pode existir o arrependimento e correção da situação, mas os danos serão permanentes muitas vezes até impedindo pessoas de avançarem na vida por causa de situações criadas por simples palavras.

E pensando nos dias de hoje onde o ser humano já é tão impulsionado a competitividade, o que nem é necessário já que somos tão competitivos por natureza que quando dividimos o pacote de pipoca com alguém, que pode até ser nossa mãe, começamos a aumentar a frequência com que pegamos as pipocas para não comer menos. Passar dos limites torna-se uma coisa normal e falo não só de uma mentira, mas de um comentário sem conhecer o contexto do que estava acontecendo, como por exemplo, outro dia fui indagado porque um colaborador do meu time estava no computador com o fone de ouvido e assistindo um vídeo em pleno expediente, minha primeira reação é sempre perguntar: “quem te falou isso se você não estava lá?” E na maioria das vezes a resposta é: “não importa quem falou”. Quando se protege a fonte para mim já perdeu a credibilidade e pior ainda foi quando mostrei que colaborador do meu time estava assistindo um curso on-line sobre termografia ministrado pela FLUKE e que nos economizou alguns mil reais para não enviar em um curso presencial. Espero que fique clara a lição de não alimentar esse tipo de comportamento, porque se quisessem o bem da pessoa indagariam do que se tratava ou até falariam comigo que sou o chefe direto.

Que fique claro que a língua pode ser instrumento de vida  e não de morte, trazendo conforto, motivação, valorização, um verdadeiro instrumento de construção.

“A boca do justo profere a sabedoria, e a sua língua fala o que é justo”.
(Salmos 37.30)

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Procura-se compromisso!

Acredito que esse título nos leva a pensar de imediato em relacionamento afetivo. Basicamente o significado da palavra compromisso é acordo entre duas partes de algo que será realizado, ou obrigação assumida por uma ou diversas partes.

A falta de compromisso tem afetado várias esferas da nossa sociedade, seja relações entre patrão e empregado,  casais, vida em condomínio, vida religiosa e por aí vai...

Conheço algumas pessoas que desistiram de promoções a cargos maiores por não querer lidar com essa geração que passou a exigir muito, entregar pouco e ter razão demais. Sempre acham que o patrão por obrigação deveria oferecer mais do que o acordado (que foi aceito por ambos) e se eximem de responsabilidades fazendo o mínimo possível e nunca com a mentalidade de que seu empregador precisa faturar para ele manter seu emprego, claro que existem exceções que logo se tornam chefes nas corporações. Avisar quando sabe que algo está fora do normal? Apenas se afeta diretamente, senão essa é obrigação de outro e por aí vai. A própria bíblia nos exorta a como devemos levar nosso compromisso de trabalho.

“Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne,
não servindo só na aparência, como para agradar aos homens,
mas em simplicidade de coração, temendo a Deus.
E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração,
como ao Senhor, e não aos homens”(Colossenses 3:22,23).

Claro que tem a parte que cabe aos empregadores que muitas vezes buscando lucros exagerados não realizam o bem que poderiam.

“Vós, senhores, fazei o que for de justiça e eqüidade a vossos servos,
sabendo que também tendes um Senhor nos céus” (Colossenses 4:1.)

“Não deixes de fazer bem a quem o merece,
estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo.
Não digas ao teu próximo: Vai, e volta amanhã que to darei,
se já o tens contigo” (Provérbios 3:27,28) .

E nos relacionamentos entre casais continuamos na procura do compromisso que se esvai, onde cada um deseja viver sua vida partilhando apenas as “facilidades” que um relacionamento estável traz e por isso o índice de divórcios aumenta, pois assumir sua parte dentro de um relacionamento é em primeiro lugar compreender isso e muitos estão sem tempo para saber qual a sua parte no compromisso. Filhos desejosos de saírem da casa e proteção de seus pais somente para não prestar conta de suas vidas, ou ainda, hesitam em sair, porém a falta de compromisso com o relacionamento pais e filhos faz da convivência um verdadeiro campo de batalha, quando a bíblia mostra o melhor caminho a seguir.

“Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos,
como convém no Senhor.
Vós, maridos, amai a vossas mulheres,
e não vos irriteis contra elas.
Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais,
 porque isto é agradável ao Senhor.
Vós, pais, não irriteis a vossos filhos,
 para que não percam o ânimo”(Colossenses 3:18-21) .

Como é difícil resolver algo em uma reunião de condomínio que quase ninguém vai, por onde anda o compromisso com os seus bens? Conviver com os vizinhos deveria ser fácil, mas o dia a dia tem complicado as relações e se seguíssemos esse tão claro ensinamento?

“Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, 
se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, 
assim fazei vós também.
E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo,
domine em vossos corações; e sede agradecidos.
A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, 
ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, 
hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração.
E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, 
dando por ele graças a Deus Pai”(Colossenses 3:13-17).

Claro que você pode me contestar que afirmo essas coisas levando em consideração a minha fé em Cristo e na existência do Deus criador que se revela a nós através da bíblia que é minha regra de fé e prática, e claro que não tenho como não levar em conta os princípios que vivo e tenho experimentado só quero alertar que Cristo não veio para tornar nossas relações mais saudáveis, mas para restabelecer o nosso compromisso (aliança) com Deus e que isso não seja confundido com religião.

Vamos repensar nossas atitudes e fazer a nossa parte para que os compromissos firmados tenham como resultado o esperado pelo acordo feito e não o desgaste gerado pela ausência do compromisso e que tenhamos dias de “compromisso” em abundância.



Aqui você tem a chance de concordar ou discordar de mim deixando seu comentário. Não perca essa oportunidade!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Trabalho de preguiçoso!

Quem nunca ouviu essa expressão? Eu por inúmeras vezes pude presenciar situações onde essa expressão se encaixa muito bem. Para quem não conhece, essa expressão tenta retratar aqueles que fazem o trabalho de qualquer jeito, sem o mínimo de cuidado ou atenção para estarem logo livres do trabalho e alcançarem o tão almejado tempo livre. Eu ouvia meu pai dizer isso quando chegando do mercado eu e meus irmãos carregávamos o máximo de sacolas ao mesmo tempo para dar uma “viagem” só, o que não havia nenhuma necessidade além de se livrar do trabalho, ou quando ajudávamos na construção de casa ou da igreja local e na hora de transportar bloco na mão tinha que ser a maior pilha que aguentasse para acabar logo o tal serviço ruim. E isso sempre terminava em ovos quebrados no meio das compras e blocos quebrados nas construções fora os machucados, mas nesse tempo ninguém ficava sabendo dessas perdas, rsrsrsrs.


Na minha vida profissional e pessoal procuro fugir desse tipo de comportamento, pois acredito que o resultado do meu trabalho é a minha assinatura, espero que as pessoas reconheçam em trabalhos bem feitos a possibilidade de que eu tenha realizado e no caso de observarem um trabalho mal feito nunca cogitem a possibilidade que eu o tenha feito. E esse desejo por fazer da maneira correta nos faz desenvolver em vários aspectos, quando começamos a olhar simples tarefas do dia a dia como algo que podemos nos desenvolver criando métodos que facilitem sua execução sem afetar a qualidade e olha que dessa forma de pensar muita coisa legal apareceu, veja o exemplo da figura 1.

Figura1: Máquina de fazer calçamento.

O famoso “trabalho de preguiçoso” só aumenta o risco de acidentes, serviços mal feitos e na maioria das vezes sem nenhum objetivo para o tempo livre, ah esqueci, talvez olhar as atualizações nas redes sociais. Não sabendo que conhecendo bem o trabalho ou qualquer atividade que se disponha a fazer, podem surgir várias ideias de como aperfeiçoar aquela atividade e quem sabe surja àquela invenção digna de patente que vai garantir a sua independência financeira. Fico feliz em ver na internet várias invenções que nasceram da vivencia prática de pedreiros, pintores, alfaiates, sorveteiros, donas de casa,                                                                estudantes entre outros.

“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração como para o Senhor 
e não para homens” (Colossenses 3:23)


Talvez seja a hora de você observar mais o que faz e pode até ser rápido, desde que não seja um trabalho de preguiçoso. Sair da periferia do saber e ter o conhecimento necessário para desempenhar com autoridade sua atividade e quem sabe você não seja +1 e sim o Nº1.



“Tudo quanto te vier à mão para fazer, 
faze-o conforme as tuas forças” (Eclesiastes 9:10)





terça-feira, 27 de dezembro de 2016

No que minha ambição me transformou...

Nos muitos anos que tenho desfrutado do ambiente profissional e em diferentes ramos, percebi que as buscas por crescimento profissional muitas vezes são guiadas por uma ambição “cega” e sem limites. Observei pessoas aflorando o pior de si em detrimento do outro em busca de uma possível colocação melhor dentro da empresa, utilizando de meios ofensivos, covardes e nada éticos. A grande pergunta é se a ambição faz isso, ou se essas pessoas só precisavam de uma desculpa para manifestar a sua real natureza. A própria bíblia sagrada já nos adverte quanto a nos entregarmos a cobiça.

“São assim as veredas de todo aquele que usa de cobiça:
ela põe a perder a alma dos que a possuem”.(Provérbios 1.19)

Confesso que ao longo de toda minha carreira profissional sou movido por ambição, mas isso sempre me moldou a executar o meu trabalho da melhor forma e deixar isso sempre visível, para que quando as oportunidades surgirem eu seja a “escolha incontestável” e assim tem acontecido. Graças a Deus, o meu sucesso profissional veio e acredito que não vai parar por aqui.
 Espero que a reflexão sobre o que a ambição molda em nós seja tema para nossa autoanálise todos os dias na busca de sermos seres humanos melhores não deixando de ser competitivos. Cientes que a pessoa com que muitas vezes você acaba disputando uma promoção ou até mesmo um posto de trabalho é um ser humano com os mesmos direitos de anseio e uma disputa honesta. E que a nossa ambição nos leve a patamares maiores na busca por conhecimento e no aprimorar da execução dos trabalhos e na busca por relacionamentos cada dia mais saudáveis e não nos leve a usar de “força ou violência” para alcançarmos o sucesso desejado. Que ao final de cada jornada possamos estar com nossas consciências tranquilas do dever cumprido.
Que no ano que se aproxima Deus renove a nossa esperança e forças para tomarmos as decisões certas e empregar o nosso esforço naquilo que realmente gera valor!

Esses são os meus votos de um Feliz  e Próspero Ano Novo!
Deixe seu comentário ou nos conte algo que presenciou relacionado.
PSC. Esse texto foi originalmente publicado por mim no Linkedin e aqui trago ele atualizado.
https://www.linkedin.com/pulse/que-minha-ambi%C3%A7%C3%A3o-me-transformou-s%C3%A9rgio-meneses?trk=pulse_spock-articles

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