domingo, 18 de junho de 2017

Profissionalismo assassinado pela falta de missão!

Nos dia de hoje a busca por uma profissão, por um emprego, por um investimento, pelo negócio próprio muitas vezes está motivado simplesmente por uma questão de dinheiro que na maioria das vezes não está relacionada somente a sobrevivência, mas a alguns luxos desejados na vida.
Uma experiência própria, foi em 2008, quando fui convidado para uma entrevista de emprego onde visavam levar uma equipe de professores para cursos técnicos na Angola com promessa de um contrato de 3 anos, sendo que a cada 6 meses visitaríamos o Brasil por 1 mês. O salário proposto era de U$$10.000,00 (dez mil dólares) a cada mês e todas as despesas pagas, ou seja, uma oportunidade de em 3 anos acumular U$$360.000,00 (trezentos e sessenta mil dólares).
Ao chegar à entrevista havia engenheiros recém-formados, pessoas mais experientes e eu como técnico em eletrônica ainda e cursando o 3º semestre de engenharia em controle e automação. Foram feitas várias dinâmicas naquela tarde e participei de todas sem nenhum problema e até com boa desenvoltura, mas eu sabia de uma coisa: somente o dinheiro não me manteria em Angola. No final de todas as atividades foi solicitado que cada um dos participantes fosse à frente, lembro-me que estavam ali umas 15 pessoas, para falar de si mesmo e como contribuiria nesse projeto se fosse escolhido. Ouvi atentamente o discurso repetitivo de reconstrução da Angola e agregar valor para aquele povo sofrido. Na minha vez eu descrevi meu perfil e abri um parêntese para minha experiência anterior que foi um trabalho de 5 meses em Manaus fazendo a automação do hospital do câncer (FCCOM), e como aqueles 5 meses duraram 5 anos, e como foi pesado porque eu aceitei o trabalho simplesmente pelo dinheiro, hoje eu encaro diferente, depois do que vi antes de sair deste trabalho, várias pessoas se beneficiando com o novo hospital inclusive crianças e se minha missão fosse essa (mas de verdade, não da boca pra fora) esses 5 meses teriam passado voando. Agora eu estava ali para ser recrutado para trabalhar em províncias (não na capital Luanda) que ainda possuíam minas da guerra civil com risco de explosões a todo instante e vivendo em cativeiro por conta dos riscos, resumindo eu declarei que não iria porque não havia em mim uma missão para me levar até Angola e simplesmente a ambição por dinheiro que iria interromper a minha faculdade e a vida corrida, mas com riscos bem menores aqui na Bahia e com toda infraestrutura e olhe que naquele tempo eu não ganhava nem 1/4 do que estavam oferecendo. E fiz um alerta que quem fosse sem uma missão não conseguiria ficar. Fiz algumas amizades ali e dentre estes alguns foram escolhidos e em 6 meses me ligaram que voltaram para ficar porque não suportavam o lugar e a situação ali.

Já outro dia em minha rotina diária vindo de ônibus para o trabalho, às vezes divido a condução com um rapaz muito discreto que trabalha para esses órgãos de controle de trânsito, ao chegar ao viaduto da entrada da cidade de Camaçari havia 1 caminhão quebrado e o trânsito já estava começando a complicar. Sem hesitar o rapaz pediu para descer do ônibus, orientou o motorista que iria livrar a passagem e como ele deveria manobrar, mas todos pensamos que ele nos livraria do trânsito e retornaria ao ônibus e quando o motorista parou para que ele entrasse ele disse: “adianta seu lado que vou assumir aqui até algum colega chegar”. Aquela não é a região de trabalho dele, mas mostrou que quando assumiu aquela farda, não verá um problema no trânsito e vai ficar parado porque sua missão é fazer o melhor naquilo que se propôs a fazer que é ajudar as pessoas a lidarem com as dificuldades do trânsito mantendo a ordem no mesmo.
Dan Miller é um orientador de carreiras reconhecido nacionalmente nos EUA, em seu livro 48 Days to the Work You Love e em sua atividade como orientador, ele sempre força indivíduos e empresas a pararem o que estão fazendo para pensar em si mesmos antes de voltarem a ser como eram. No best-seller Lider Empreendedor, o autor Dave Ramsey mostra com a experiência pessoal como é importante primeiro pensar na missão para que a perseverança o acompanhe naquilo que fizer.
Em um tempo onde as direções mudam com o humor, mudança de olhar, crise, paixões de minutos, planos de dias, sem uma missão que determinará o seu ponto de chegada, viverás uma vida sem rumo certo com a grande probabilidade de chegar a lugar nenhum.
Daí chega o momento que não vai adiantar ninguém te perguntar: cadê o profissionalismo?
Espero ter aberto um bom ponto para reflexão e discussão. Deixe aqui sua opinião e se acha que vale a pena outros saberem disso, compartilhe.
Texto originalmente postado por mim em https://www.linkedin.com/pulse/profissionalismo-assassinado-pela-falta-de-miss%C3%A3o-s%C3%A9rgio-meneses

Finalmente um curso de empregabilidade imediata mesmo!

Às vezes me deparo com pessoas na busca de conselhos sobre que curso profissionalizante fazer, outros na busca de consolo porque entraram em um curso que prometia emprego ou estágio ao seu final, sendo que isso não ocorreu. Sem falar em outros que fazem um curso de uma realidade contrária aquilo que já está estabilizado profissionalmente e não conseguem dar prosseguimento porque não querem pagar o preço do recomeço, mas nem cogitaram isso antes.

Quando se está na busca do primeiro emprego, um novo emprego, melhora na carreira ou mudança de carreira ficamos muitas vezes vulneráveis as fórmulas mágicas que são apresentadas nos sites, palestras, congressos e etc. Não podemos ver um título do tipo: 5 passo pra isso, 3 passos para aquilo, descubra hoje como..., como ter um currículo perfeito, entre outros. Quero deixar claro que não estou dizendo que essas técnicas não funcionam, mas que quando tudo do tipo nos impulsiona, esquecemos do básico para iniciar a vida profissional ou como devemos tratar os caminhos que trilhamos dentro dela.
Meu curso de formação técnica é em eletrônica pelo CEFET-Ba, então muita gente me pergunta: qual o melhor curso? Eletrônica, eletrotécnica, mecatrônica, mecânica? E eu trato esse assunto da seguinte forma: Não importa do curso que você escolha desde que você se dedique a ser o melhor naquilo e esteja realmente disposto a realizar aquela função. Hoje os cursos técnicos estão cheios e muita gente sem o menor interesse no que está aprendendo e quando chega na hora do emprego que não vem acha que tudo está errado menos ele.
Perguntam-me também: Devo escolher o que eu gosto de fazer? Vou responder que isso é relativo. Tenho um amigo de CEFET-Ba que é um excelente músico e na época estudou eletrônica porque queria que fosse  o meio de sustentar sua música, pois, por gostar tanto de música ele não queria que fosse um fardo ter que fazê-la para se sustentar, ou seja, se a música lhe rendesse dinheiro seria apenas lucro e movido por esse sentimento ele se formou e teve sucesso na vida como técnico e pode fazer a faculdade de música que hoje passou a ser um hobby além de prazeroso também lucrativo.
Muitos da área produtiva começam a se interessar por áreas voltadas a manutenção, mas quando fala em voltar a estagiar e começar de salários mais baixos preferem jogar fora o tempo e dinheiro investidos no curso não observando o futuro. Eu já tive experiência de contratar um jovem que era empilhador em outra empresa e resolveu vir ser estagiário de mecânica, passou o seu período de dificuldade por ganhar bem menos, mas hoje aproveita de um patamar profissional bem melhor o que pode ser amenizado se durante o curso você se esforçar para guardar um dinheiro para auxiliar nessa transição já que é prevista.
Uma cena interessante que me deparei semana passada foi um jovem com uma placa no trânsito pedindo emprego, mas deixava claro que fosse na área administrativa. Eu acredito que quem chegou a esse ponto não deve escolher em que área trabalhar. Tenho exemplos aqui na fábrica de jovens que chegaram aqui na montagem sem perspectiva nenhuma para trabalhar em empreiteiras como ajudante geral e hoje são líder de turno de produção, técnico mecânico, ou seja, estando no ambiente de uma empresa tudo pode ficar mais fácil até mesmo que seja a espera por outra oportunidade fica mais leve quando se tem uma renda.
Talvez alguns irão ler essa publicação na esperança de uma super dica do curso infalível para se conseguir emprego e estejam até chateados comigo se não entederem a ideia da coisa, mas as super dicas vão aqui:
  • Tudo que você se propor a fazer, faça com excelência que o resultado vem;
  • Tudo que for realizar reflita bastante antes, não só no que está diante de você, mas como será no futuro;
  • Esteja sempre pronto a ouvir e tardio em reclamar;
  • Só comece algo que você está disposto a terminar.
Muitos acham que vou indicar os cursos que já fiz pela trajetória profissional que Deus me concedeu, mas digo que qualquer que empregar a energia necessária naquilo que faz e perseverar em paciência pode obter sucesso em qualquer área. Eu já trabalhei de graça, já trabalhei por meio salário, saí da área de telecomunicações e vim para indústria ganhando menos da metade do que eu ganhava e tudo foi fruto de visão do futuro e de apostas que graças a Deus deram certo, ou seja, tudo do que falo é um pouco do que já vivenciei.
Não deixem de comentar principalmente se gostariam que eu comentasse mais sobre algum assunto relacionado ou dúvidas e se gostou divulgue na rede para que alguém que precise dessa informação tenha acesso também.
Esse post foi publicado originalmente por mim no endereço https://www.linkedin.com/pulse/finalmente-um-curso-de-empregabilidade-imediata-mesmo-s%C3%A9rgio-meneses 
Grato pela atenção e até breve!

terça-feira, 9 de maio de 2017

Faço o que quero, eu que pago minhas contas!



Poderá mesmo o homem viver alheio a opinião do próximo? Ou será que esse é o tipo de coisa que dizemos porque desejamos viver sem medir as consequências dos nossos atos assumindo o que achamos certo muitas vezes acima da moral, da ética ou do simples respeito ao próximo?
Quantas vezes já presenciei comportamentos em festas de empresas em que as pessoas realmente acreditam que aquilo será desassociado do modo como as pessoas te veem no dia a dia, ou ainda o som alto sem se preocupar com os vizinhos, um perfil em rede social que nos expõe e achamos que não é de direito ninguém nos julgar por isso sendo que o fato de tornar público se torna passivo de julgamento, seja para seleção de uma vaga, seja na manutenção de uma amizade, etc...
A verdade é que ninguém consegue viver “ilhado” e muito menos sem regras e achar que vai conseguir viver bem. Sem regras, não conseguimos viver em sociedade e somo excluídos de forma natural desse convívio. E vamos convir que ser bem recebido, ser alguém que os outros querem por perto, é sempre muito bom e isso é porque o ser humano não existe para se sentir bem com a exclusão.
Já fora citado no “O pequeno Príncipe”: “As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes.”
A mais pura verdade, pois é muito fácil criarmos relacionamentos virtuais onde cobranças por comportamentos e atitudes não existem, onde não existe dividir problemas ou preocupações, porém o mundo real está aqui para ser vivido e compartilhado. Nada melhor que acordar e estar bem com a família, sair e dar bom dia ao vizinho não só por educação depois de ter proporcionado a ele som alto a noite toda, por exemplo. Encontrar-se com os colegas de trabalho na certeza que será mais um dia árduo, mas podemos contar uns com os outros.
A própria bíblia fala sobre isso:
“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.”(Filipenses 2:3)

Eu sempre falo que quando estiver velho e jogando peteca na praia da Barra (Salvador-Ba) espero que aqueles que em algum momento me conheceram tenham a satisfação em ir à areia falar comigo e não atravessem para o outro lado da calçada me evitando e tenho certeza que minhas ações hoje serão responsáveis por boa parte desse resultado, sei que não 100% porque é uma mão de duas vias e agradar a todos é realmente impossível, mas pretendo fazer o que estiver ao meu alcance.
Falando em família, isso também é uma realidade presente em muitos lares onde prestar contas é um fardo, sendo que compartilhar a vida é o objetivo da construção de uma família.
Deixe seu comentário e aproveite esse momento pera refletir e agir a cerca deste assunto.
Esse texto originalmente foi postado por mim em: https://www.linkedin.com/pulse/fa%C3%A7o-o-que-quero-eu-pago-minhas-contas-s%C3%A9rgio-meneses 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

“Eu sei, mas quem sabe que eu sei?”


Uma carência que vejo ao meu redor é muitos profissionais que mesmo sendo bons no que fazem perdem muitas oportunidades de se promover, seja por uma timidez exagerada e outras vezes por insegurança naquilo que faz mesmo executando bem muitas vezes.



Antes de continuar eu gostaria de contar uma experiência pessoal da minha adolescência que me faz notar que eu sempre tive essa percepção, mas quem não possui deve estar atento para desenvolver.

Por volta de meus 12 anos, fui com meu pai a uma oficina mecânica, pois o carro do meu pai apresentava um vazamento no motor. Chegando à oficina o mecânico pediu para que levássemos o carro para lavar o motor em um parceiro deles ali próximo para facilitar a detecção do problema e assim fizemos. Ao terminar a lavagem do motor o carro simplesmente não pegava e a turma do lava-jato empurrava o carro pra pegar no tombo, tentavam de tudo e sem sucesso, sendo que meu pai apenas observava. Quando eles desistiram, meu pai me chamou e disse para eu observar qual era o problema. Ele tirou o rolo de papel higiênico que tinha no porta-luvas, abriu o distribuidor e me explicou que ali era onde direcionava a alta tensão para disparo das velas e que a umidade que entrou desviava a energia que não era suficiente para queima. Meu pai limpou cuidadosamente o distribuidor e remontou. Entramos no carro e o mesmo funcionou sem problemas seguindo o nosso dia.

Meses depois eu fui à casa de um tio e estava com o carro sem pegar e desesperado porque precisava ir a um compromisso. Eu o indaguei o que estava acontecendo e ele me explicou que lavando o carro ele inventou de lavar o motor e o carro não pegava mais. Eu abri o capô e pedi que ele batesse na chave e assim que ele acionou eu fiz sinal para que parasse e disse: “Calma tio, eu já sei do que se trata”. Pedi o papel higiênico e explanei para ele todo funcionamento do distribuidor assim como meu pai fizera comigo, porém nunca contei a ele o ocorrido anterior, e quando ele viu que o carro funcionava o seu olhar não via mais o sobrinho adolescente, mas um mecânico de fórmula 1. Daquele dia em diante ele sempre acreditou que eu seria capaz de resolver qualquer coisa.

Segui na vida me desenvolvendo e fazendo valer essa minha facilidade em mostrar o meu trabalho e muitas vezes o fazer de algo simples um evento, não enganando as pessoas, mas as mostrando o potencial que está em mim por conhecimento adquirido por experiências práticas ou teoria.

Certa vez me chamaram para solucionar um problema em uma máquina, mas chegando lá estava um dos técnicos da área e questionei: “Você sabe como resolver isso, por que não o fez?”. O mesmo me respondeu que apesar de estar ali acompanhando ninguém solicitou que ele resolve-se. Nessas horas não me incomoda a omissão, mas o fato de que era a grande chance dele mostrar o que ele é capaz de fazer e não o fez e o efeito disso é que sempre vão me procurar porque não sabem que ele sabe.




"Não basta ser campeão, precisa ter postura."

Olha Matheus antes de entrar na piscina para competir, já com o olhar e postura de quem veio para vencer.




Isso acontece todos os dias, às vezes movidos por pensamentos pequenos do tipo “não sou pago para isso” quando deveriam pensar “preciso que saibam que faço isso pelo que eles pagam mais”.

Outra dificuldade está em ter plena consciência do que faz. Quantas vezes a pessoa quando levanta uma solução ou explica um ocorrido, logo que indagada se tem certeza, acaba recuando diante do confrontamento.

Cada vez as corporações precisam de pessoas que dominem os princípios das matérias que desempenham e que saibam aparecer, porque quem aparece está querendo jogo, está querendo assumir responsabilidades e estamos numa geração que foge muito disso, resguardados em várias desculpas, mas de uma coisa eu tenho a certeza: “Se você quer alcançar o horizonte, vai ter que nadar intensamente para chegar com tempo para o descanso ou vai passar a vida nadando”.

Lembrando que o marketing pessoal não é falar demais e nem querer ser alguém que não é, mas estar atento aos pontos de convergência, pontuando atitudes e conhecimentos que te diferenciam, ou isso, ou se conformar em ser apenas mais um na multidão.

Espero ter aberto um bom ponto para reflexão e discussão. Deixem aqui sua opinião e se acha que vale a pena outros saberem disso, compartilhe.

Texto postado originalmente por mim no Linkedin.


quinta-feira, 2 de março de 2017

Não deixe que te digam o que fazer!

A cada dia as pessoas pensam menos no que realmente tem valor para elas mesmas e seguem o que a moda, os pais, parentes, a sociedade, a mídia ou as conquistas do próximo.

O nosso modo de vida, onde desejamos chegar, como criamos nossos filhos, o nosso sucesso não deve ser um parâmetro mensurado pelos outros, mas nós devemos racionalmente perceber o que nos satisfaz nos mantendo felizes e satisfeitos na caminhada.

Se observarmos em nós mesmos, quantas vezes vislumbramos para outros futuros que eles não desejam e achamos que eles não terão uma vida melhor porque não possuem um comportamento que segue nosso pensamento.

Eu por exemplo, logo que entrei na empresa onde atuo hoje, isso já faz 11 anos, percebi em um jovem operador que ele tinha uma habilidade acima da média para operar as máquinas e sempre nos ajudou muito nas manutenções. Eu sempre via que ele poderia ser um excelente técnico e subiria muito rápido na empresa, ter uma vida financeira melhor, assumir novas funções e responsabilidades e sempre conversei isso com ele, porém ele nunca esteve afim e um dia parei de falar, pois percebi que isso era o meu desejo e ele era feliz com a realidade dele e não queria mudar. Ele estava feliz com o que tinha e não tinha ambições além de operar as máquinas, cumprir seu turno e ir aproveitar a vida, coisa que o pessoal que trabalha com manutenção faz pouco. Ele sabia que estava satisfeito e não queria ir além somente por causa dos meus conselhos e acredito que ele fez muito bem.

Às vezes desejamos viver a realidade dos outros quando as condições são diferentes, as realidades são diferentes e caminhamos perseguindo realidades que muitas vezes custam uma vida inteira para conseguir.

“Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração” (Mateus 6:21) .

Você deve determinar o limite do seu sucesso, de como aproveita melhor a vida. Se você diverte-se andando de fusca não precisa de uma BMW para ser mais feliz e isso está muito ligado ao que as “coisas” significam para você. Você vê um carro como meio de locomoção, como uma parte da sua “vestimenta” ou fonte de satisfação? A depender de como você se sente a cerca dos bens materiais seu estado de insucesso pode ser permanente, pois nem tudo vai estar acessível ou ainda você terá que investir muito tempo e abrir mão de muita coisa para alcançar.   

“Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas;
e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro” (Provérbios 22:1) .

Por algumas vezes o fardo de seguir a profissão que os pais tanto sonharam, quando uma livre conversa sobre o que se passa com você pode libertar dessa “obrigação”, lembrando sempre que conselho de pai e mãe no mínimo deve ser motivo de muita reflexão.

Nunca ache que não conseguiu porque não atingiu um objetivo no mesmo tempo e excelência de outro, até porque os caminhos sempre serão diferentes, por isso a determinação do ponto ideal de chegada não está relacionado ao que está fora, mas ao que está dentro de você. Quando a sua meta de vida for importante para que o público veja e não para satisfação própria provavelmente se atingir verá que foi uma busca vazia.

Não se guie pelo que falam que será melhor, ou na busca de ser igual à outra pessoa, tenha suas próprias histórias e um dia vai perceber que o sucesso anda diante de você todos os dias.
Depois não adianta reclamar que não teve tempo para dedicar a quem ama ou ainda que não sabe fazer com o que conquistou e as vezes vive num esforço extremo para manter porque regredir faria os outros pensarem e até falarem mal.


“Não te fatigues para enriqueceres; e não apliques nisso a tua sabedoria.
Porventura fixarás os teus olhos naquilo que não é nada? porque certamente criará asas e voará ao céu como a águia” (
Provérbios 23:4,5).

As vezes tudo que queremos é fazer uma arte na areia da praia... Esse eu que fiz e você já fez o seu?

Faz um e publica com #desafioartenaareia e vamos fazer circular!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Saindo hoje da inércia!!!

Talvez seja essa uma das metáforas mais utilizadas nos dias atuais, mas o que será de fato sair da inércia? A verdade é que a bola não sai do lugar enquanto não for empregada a força do chute.

A inércia é um princípio da física, também conhecido como a Primeira Lei de Newton. É a capacidade de resistir à mudança de movimento.

A lei da inércia diz que se um corpo está se movendo em uma direção, a tendência é manter-se naquela trajetória, com a mesma velocidade. Se o mesmo encontra-se parado, a menos que seja submetido a alguma força, permanece parado.

É bem essa a ideia mesmo. A necessidade de ação na vida do homem exige a aplicação de uma força para iniciar o movimento ou mudar a direção. Quando esse movimento é “ladeira a baixo” maravilha, porém se for “ladeira acima” complica.

Às vezes tantas coisas ficam pelo caminho em nossas vidas por falta dessa força para dar o primeiro passo e quantas nós até conseguimos sair da inércia, mas não conseguimos prosseguir na mesma pegada? Será que nos falta um plano muitas vezes, ou apenas a disciplina? Será que a nossa máquina (corpo) está sendo bem cuidada para seguir nessa jornada?

Corpo e mente bem conectados, livres das ansiedades que nos rodeiam nos momentos que paramos para realizar algo, pois a dificuldade em manter o foco em um assunto ou atividade é um problema hoje, pois o celular vibra e logo a ansiedade por saber que rede social envia uma mensagem consegue vencer qualquer urgência, o que  que dizer que desabilitar os avisos das redes sociais pode ser uma das soluções.

Cada vez é clara a necessidade de cuidar de uma boa alimentação, beber água, dormir bem, meditar, ler conteúdos de valor, focar em uma tarefa de cada vez, conversar com alguém sem olhar para o celular durante aquele momento, construir metas e ter um plano para atingi-las, não deixar para depois aquilo que você pode fazer naquele momento e finalizar o assunto, e falando nisso pequei nesse ponto semana passada, quando recebi a anuidade do CREA-BA no início de janeiro e não podia pagar via eletrônica apenas nas lotérica e agências da caixa tendo um desconto de quase 20%, como gosto de pagar apenas próximo do vencimento eu programo no banco mas como essa eu teria que ir na lotérica me programei para ir somente no dia 31/01 mesmo tendo dinheiro para efetuar o pagamento e acabou que nesse dia minha rotina de trabalho foi pesada e não pude sair nem na hora do almoço e acabei perdendo o desconto. Menos mal que eles me deram até 28/02 para pagar com 10% de desconto e irei hoje para não cair na mesma cilada. Esse seria o mais simples dos exemplos, mas temos que ter o cuidado para esse tipo de adiamento não afetar áreas de nossas vidas onde o prejuízo não é simplesmente financeiro, apesar de parecer que apenas o prejuízo financeiro nos afeta de forma dura.

O interessante é que as direções mais importantes que temos que seguir em nossas vidas parecem estar sempre “ladeira acima”, ou ainda nadando contra a correnteza. Fica a reflexão que se você parar contra a correnteza ela te leva para o sentido contrário. Então que a acomodação não nos leve ao fracasso, mas que seja uma palavra que só conhecemos no dicionário e que passe bem longe de nossas vidas.

Como diria o Superman: “Para o alto e avante!”


O que lavra a sua terra se fartará de pão; mas o que segue os ociosos
é falto de juízo” (Provérbios 12:11).














quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

ALERTA! Arma de destruição em massa.

Acredite você ou não, convivemos dias de rumores de guerra e por muitas vezes amedrontados por teorias da conspiração, cenários que mostram o quanto somos frágeis diante das decisões boas ou ruins que os nossos governantes tomam, porém bem perto de nós está uma arma de destruição em massa que muitos não hesitam em usar, isso mesmo que você imaginou: a língua.

A morte e a vida estão no poder da língua;
o que bem a utiliza come do seu fruto”. (Provérbios 18.21)
.
 Desde os primórdios a língua tem sido usada para o bem e para o mal, causando muitas vezes dor, sofrimento, separações, perda de posições, perda da moral, devastando famílias, corporações e até igrejas. A força da língua é tão devastadora que mesmo que depois seja comprovado que não era bem aquilo o efeito sempre deixará cicatrizes. Pessoas muitas vezes, pelos mais variados motivos, permitem que sua língua seja usada para mentira, ofensa, fofoca, difamação, amaldiçoar e por aí vai.

Como sempre ocupei cargos de liderança por onde passei, procurei usar o poder da língua de forma positiva e conhecendo as possibilidades que a má utilização traz sempre aboli de minhas equipes fofocas e qualquer tipo de disse me disse. Um conselho como gestor e isso também serve para vida pessoal, quando alguém levantar uma acusação contra outro, coloque-os frente a frente que com certeza esse tipo de atitude vai ser afastada de você, pois as pessoas que insistem nessa prática geralmente fogem do confronto e o evitarão se sabem que você resolve este tipo de conflito dessa forma.Nada melhor do que observar nas Escrituras o que Deus pensa a cerca disso:

“Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente,
Coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal,
Testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”.
(Provérbios 6.16-19)

Uma das citações que sempre ouvi é que pedra lançada não volta atrás e assim é com a palavra lançada, pode existir o arrependimento e correção da situação, mas os danos serão permanentes muitas vezes até impedindo pessoas de avançarem na vida por causa de situações criadas por simples palavras.

E pensando nos dias de hoje onde o ser humano já é tão impulsionado a competitividade, o que nem é necessário já que somos tão competitivos por natureza que quando dividimos o pacote de pipoca com alguém, que pode até ser nossa mãe, começamos a aumentar a frequência com que pegamos as pipocas para não comer menos. Passar dos limites torna-se uma coisa normal e falo não só de uma mentira, mas de um comentário sem conhecer o contexto do que estava acontecendo, como por exemplo, outro dia fui indagado porque um colaborador do meu time estava no computador com o fone de ouvido e assistindo um vídeo em pleno expediente, minha primeira reação é sempre perguntar: “quem te falou isso se você não estava lá?” E na maioria das vezes a resposta é: “não importa quem falou”. Quando se protege a fonte para mim já perdeu a credibilidade e pior ainda foi quando mostrei que colaborador do meu time estava assistindo um curso on-line sobre termografia ministrado pela FLUKE e que nos economizou alguns mil reais para não enviar em um curso presencial. Espero que fique clara a lição de não alimentar esse tipo de comportamento, porque se quisessem o bem da pessoa indagariam do que se tratava ou até falariam comigo que sou o chefe direto.

Que fique claro que a língua pode ser instrumento de vida  e não de morte, trazendo conforto, motivação, valorização, um verdadeiro instrumento de construção.

“A boca do justo profere a sabedoria, e a sua língua fala o que é justo”.
(Salmos 37.30)

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